© Marcelo Camargo/Agência Brasil
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O ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal, determinou que o Ministério Público e os tribunais não realizem ajustes financeiros para acelerar o pagamento de benefícios adicionais.

A decisão, reafirmada na última terça-feira, impede o pagamento desses adicionais aos servidores, que, quando somados aos salários, ultrapassam o limite constitucional de R$ 46,3 mil.

A determinação ocorreu após o adiamento, para 25 de março, da votação sobre a suspensão desses pagamentos.

Conforme a decisão, apenas valores retroativos, já programados e legalmente reconhecidos, podem ser pagos.

O ministro também solicitou que o Conselho Nacional de Justiça, o Conselho Nacional do Ministério Público e o Ministério Público do Rio de Janeiro apresentem, em 48 horas, informações sobre o cumprimento da suspensão dos adicionais.

Fonte: https://agenciabrasil.ebc.com.br

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