© Reuters/Maxim Shemetov/Proibida Reprodução
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O governo chinês fixou uma meta de crescimento econômico para 2023, situada entre 4,5% e 5%. Esse objetivo, um pouco inferior aos dos anos anteriores, reflete o cenário atual de crise no setor imobiliário e incertezas no contexto internacional.

O anúncio foi feito pelo primeiro-ministro da China, Li Qiang, durante a apresentação do relatório de trabalho do governo na abertura da Assembleia Nacional Popular (ANP), a principal entidade legislativa do país.

O documento oficial menciona a intenção de alcançar resultados superiores no decorrer do ano, mesmo reconhecendo as conquistas e os desafios enfrentados pela economia chinesa. Nos últimos anos, o país tinha como meta um crescimento econômico em torno de 5%.

Ao definir um intervalo de crescimento, o governo busca flexibilidade para ajustar suas políticas econômicas conforme necessário. O relatório também destaca os riscos geopolíticos crescentes e a ameaça ao comércio livre.

As exportações para os Estados Unidos continuam impactadas pelas tarifas estabelecidas durante o governo de Donald Trump, embora a China tenha conseguido expandir suas vendas para outras partes do mundo.

Internamente, o documento ressalta o desequilíbrio entre oferta e demanda, além do desafio de direcionar a economia para novos motores de crescimento. O relatório enfatiza a importância de ajustes estruturais e prevenção de riscos.

Assembleia Nacional Popular

A reunião anual da ANP, que conta com cerca de 3 mil delegados, é um dos principais eventos políticos do país. Durante o encontro, espera-se a aprovação de um plano quinquenal que orientará as diretrizes políticas e econômicas da China até 2030.

O plano também prevê o fortalecimento da economia interna e o avanço das metas do presidente Xi Jinping de consolidar a China como líder global em tecnologia.

Fonte: https://agenciabrasil.ebc.com.br

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