Gianni Infantino, presidente da Federação Internacional de Futebol (Fifa), destacou que a Copa do Mundo de 2026, a ser realizada nos Estados Unidos, México e Canadá, representa uma oportunidade para promover a união global em um momento de desafios.
Infantino comentou sobre a possibilidade de um boicote ao torneio por algumas seleções europeias, em resposta às ameaças do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, relacionadas à Groenlândia.
Eventos esportivos como vetor de união
Após uma reunião com o presidente brasileiro Luiz Inácio Lula da Silva, Infantino afirmou que eventos como a Copa do Mundo têm o poder de unir nações e pessoas ao redor do mundo.
A Fifa já recebeu mais de 500 milhões de pedidos para os 6 milhões de ingressos disponíveis para o torneio deste ano, destacando o interesse global pelo evento.
Contexto político e esportivo
Trump ameaçou impor tarifas a países europeus que não apoiarem seus planos sobre a Groenlândia, citando razões de segurança nacional. A ministra dos Esportes da França, Marina Ferrari, declarou que atualmente não há intenção de boicote por parte da França.
Ferrari enfatizou a importância da separação entre política e esporte, ressaltando que a Copa do Mundo é um evento de grande relevância para os amantes do futebol.
Perspectivas para o futebol no Brasil
O Brasil será o anfitrião da Copa do Mundo Feminina da Fifa em 2027, com expectativas de receber milhões de torcedores. O evento visa promover o futebol feminino e questões sociais relacionadas aos direitos das mulheres.
Samir Xaud, presidente da Confederação Brasileira de Futebol (CBF), mencionou que o Brasil está se preparando para candidatar-se a sediar o Mundial de Clubes da Fifa em 2029, um processo que exigirá negociações e ajustes significativos.